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Brasil e o novo adiamento do EUDR
O que significa o novo adiamento do EUDR para o agronegócio brasileiro.

O Agronegócio brasileiro têm na União Europeia (UE) um importante parceiro comercial em vários setores, incluindo farelo de soja, café, proteína animal e celulose dentre outros.
Como consequência, produtores e empresas brasileiras e europeias têm investido no processo de adequação as novas exigências do EUDR, se preparando para cumprir com as novas exigências há mais de dois anos.
O novo adiamento da implementação da normativa para 2026 gera vários impactos relevantes, incluindo perdas financeiras, frustração e receio de concluir ou iniciar projetos complementares.
O adiamento pode comprometer o percentual inicial de empresas e produtores que estarão prontos para a nova normativa no final de 2026, por receio com um novo atraso e pelos custos envolvidos.
Porém, há ganhos de sustentabilidade e rastreabilidade que trazem alguns benefícios para os setores envolvidos, independentemente do EUDR, e que reforçam a imagem do Brasil como exportador confiável e de qualidade para atender os mercados internacionais.
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