Rabo news https://www.rabobank.com/DotBr/pt/content/rss.html Rabobank News https://www.rabobank.com/DotBr/pt/content/rss.html https://www.rabobank.com/DotBr/pt/content/rss.html Rabobank News en <![CDATA[Rabobank discute o futuro da agricultura]]> https://www.rabobank.com/pt/content/sobre_o_rabobank/sala_de_imprensa/2013/futuro_agricultura.html Publicação traz caminhos para tornar as propriedades sustentáveis, de acordo com a visão de 50 produtores rurais de 18 países

O Rabobank, banco com foco no agronegócio, discutiu os principais desafios da agricultura com 50 produtores rurais ao redor do mundo. O fruto desta discussão foi o livro The Future of Farming (O futuro no campo). A obra, escrita do ponto de vista do produtor rural, traz os desafios importantes da segurança alimentar global, incluindo histórias sobre produtores rurais, com experiências desde a fazenda até a mesa, acreditando no futuro da agricultura sustentável.

O brasileiro Berry Marttin, responsável global pela área Rural no Conselho de Gestão do Rabobank Internacional, na Holanda, está à frente da divulgação da publicação. “O livro é sobre o corpo e a alma da produção de alimentos: os produtores rurais. Eles são os responsáveis por alimentar o mundo e têm a experiência e o conhecimento necessários para resolver muitos dos desafios relacionados à segurança alimentar”, disse.
  
O livro, atualmente disponível em inglês, divide os principais desafios do agronegócio em seis categorias abrangentes: sucessão, sustentabilidade, capacitação social, cadeia de fornecimento, mídias sociais e tecnológia científica. Para cada desafio, são apresentadas algumas soluções práticas, trazendo os caminhos para tornar as propriedades sustentáveis, de acordo com a visão de 50 produtores de 18 países.

 

Marttin destaca, por exemplo, que atrair jovens inovadores para o campo é a saída para aumentar a produtividade. Além disso, com a previsão de crescimento da população mundial chegando a nove bilhões de pessoas até 2050, suprir a demanda alimentar é indispensável. “Todos os interessados, incluindo governos, bancos e varejistas, devem entender a sua responsabilidade de trazer segurança alimentar e trabalhar juntos para criar um ambiente em que os produtores rurais possam investir, inovar e inspirar”, afirmou.

 

Saiba mais em https://www.rabobank.com/en/float/future_of_farming/index.html 

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Wed, 22 May 2013 17:19:49 GMT
<![CDATA[Rabobank vê outro ano positivo para o campo]]> https://www.rabobank.com/pt/content/sobre_o_rabobank/sala_de_imprensa/2012/Rabobank_ano_positivo_para_o_campo.html Confira a matéria publicada no Jornal Valor Econômico com as perspectivas do Rabobank Brasil para os principais setores do agronegócio brasileiro em 2013

Por Fernando Lopes | De São Paulo

Fonte: Valor Econômico - 20/11/2012

 

Mesmo que considere improvável uma aceleração da recuperação das economias desenvolvidas e encare 2013 como "nada promissor" em termos de crescimento global, o Rabobank, banco de origem holandesa com forte atuação no agronegócio, projeta que as principais cadeias produtivas do setor no Brasil terão um ano em geral positivo, com demanda firme e preços ainda em elevados patamares para grande parte dos produtos exportados pelo país.
No front doméstico, a instituição, que considera que as contas públicas encontram-se equacionadas, prevê um maior crescimento do PIB, ainda que aquém da capacidade, e lembra que as taxas de desemprego são as menores da história e que segue em curso um movimento de inclusão social que dão suporte ao consumo. Ao mesmo tempo, vislumbra um cenário de estabilidade para o câmbio - que no nível atual, com o dólar entre R$ 2 e R$ 2,10 é mais favorável aos exportadores.
"O governo passou a intervir no mercado de câmbio de forma mais determinada, mas já sinalizou que, acima disso, haverá um incômodo inflacionário", afirma Robério Costa, economista-chefe do Rabobank Brasil. "A situação de excesso de dólares presente nos últimos anos, responsável por uma constante pressão para valorização do real ante as principais moedas globais, apresenta alguns sintomas de esgotamento", afirma o estudo "Perspectivas para o Agronegócio Brasileiro", concluído pelo banco nas últimas semanas.
Nesse contexto, para os principais grãos cultivados no país (soja e milho) o horizonte é promissor. Nos dois casos, a relação entre oferta e demanda global segue apertada após as quebras de produção na América do Sul na safra 2011/12 e nos Estados Unidos em 2012/13, em virtude de severas estiagens, o que dá fôlego aos preços. Estes podem até recuar a depender de incrementos da produção e das condições macroeconômicas mundiais e seus reflexos sobre o apetite da China, mas para degraus ainda remuneradores, apesar da alta dos custos.
O Rabobank observa que, segundo o Departamento da Agricultura dos EUA (USDA), a produção global de soja deverá somar 264 milhões de toneladas na safra 2012/13, 11% mais que em 2011/12, mas que a demanda deverá chegar a 258 milhões de toneladas, o que mantém o mercado com pouca folga. No Brasil, que deverá liderar a produção e as exportações do grão no ciclo atual, superando os EUA, a semeadura está na reta final. E a China, que reduziu sua área plantada, tende a ampliar as importações em 3%, para 93 milhões de toneladas, apesar de ser possível alguma desaceleração.
 
No tabuleiro do milho há ainda menos gordura. Segundo o USDA, a relação global entre a oferta e a demanda do cereal, que em 2011/12 foi de 15,2%, deverá cair para 13,7% em 2012/13, menor patamar em 40 anos. Segundo o Rabobank, isso deve favorecer a transmissão dos preços de paridade de exportação ao mercado interno brasileiro. Para soja e milho, pesarão ao longo do ano que vem não só a maior produção sul-americana nesta safra 2012/13 como o provável forte salto nos EUA no ciclo 2013/14, que começará a ser plantado no segundo trimestre.
"O mercado, no momento, subestima a apertada relação entre estoques e consumo de grãos. Mas não há, por exemplo espaço para novas quebras climáticas" como as que prejudicaram as últimas safras de EUA, Brasil e Argentina, afirma Renato Rasmussen, analista do departamento de pesquisa e análise setorial do Rabobank. Se as recuperações se confirmarem, é de se esperar maior pressão sobre as cotações no segundo semestre de 2013. Nesse caso, o Rabobank projeta que o milho poderá fechar o ano que vem mais perto de US$ 6 por bushel (medida equivalente a 25,2 quilos) na bolsa de Chicago, ante os pouco mais de US$ 7 praticados atualmente.
Mesmo que venha mais para o fim de 2013, uma queda como essa favoreceria as cadeias produtivas de carnes de frango e suína, que viram o aumento dos custos dos grãos comer suas margens de lucros neste ano. A expectativa do Rabobank é que o consumo e os preços internacionais de ambas as carnes subam no próximo ano, estimulando exportações brasileiras e oferecendo suporte aos preços domésticos desses produtos. A limitada oferta mundial de carne bovina - no Brasil a situação é mais confortável - também deve colaborar para sustentar os preços das carnes de frango e suína. A oferta de carne suína, por sinal, foi prejudicada pela alta de custos.
Conforme o estudo, a oferta de carne bovina tende a seguir escassa graças sobretudo aos EUA e à União Europeia. Assim, com boa oferta doméstica de animais para abate, os frigoríficos caminham para garantir margens positiva nesta frente em 2013, como já aconteceu neste ano. "No Brasil, o ciclo da pecuária continua com oferta razoável. Se as exportações de carne bovina confirmarem as expectativas e crescerem, os reflexos poderão colaborar para a alta dos preços das carnes de frango e suína", afirma Guilherme Melo, analista sênior do Rabobank Brasil.
Para o segmento sucroalcooleiro, a instituição projeta mais problemas para o açúcar do que para o etanol. Depois de dois anos de déficit de produção de açúcar e outro com excedente insignificante, a produção global reagiu e os estoques engordaram, o que reduz o espaço para valorizações. "Ao que tudo indica, os tempos de preços altos de açúcar chegaram ao fim, pelo menos por enquanto", afirma o estudo. Para o etanol, a provável elevação da mistura de anidro na gasolina no Brasil de 20% para 25% e o esperado aumento dos preços do hidratado, em linha com os reajustes da gasolina, delineiam um 2013 de maior rentabilidade. "E as exportações de etanol poderão aumentar", prevê Rafael Moreira Barbosa, analista econômico júnior do Rabobank Brasil.
No café, os sinais disponíveis indicam um cenário positivo para a produção mundial, apesar da safra mais fraca no Brasil - em razão da bienalidade que marca a cultura -, mas também para o consumo. Assim, o Rabobank projeta queda da relação entre estoques e consumos mundiais em 2012/13, mas acima dos "níveis alarmantes" de 2010/11, o que poderá levar a uma acomodação dos preços externos em patamares inferiores aos picos de 2011. "Para os cafeicultores brasileiros, as margens ainda serão boas, apesar de menores", afirma Guilherme Melo.
Considerada pela equipe do Rabobank, no início deste ano, uma das "commodities do medo" de 2012, ao lado do câmbio, o algodão não só confirmou as expectativas como seus preços tendem a continuar em queda. "Os estoques estão altos, e mais da metade deles estão na China. Os chineses têm mantido um bom ritmo de compras, mas teremos que esperar para ver como eles vão se comportar", observa Melo. Entre os principais insumos, o estudo do Rabobank contempla os fertilizantes e destaca a tendência de aumento da produção global. Mas, com commodities como soja e milho com bons preços, o espaço para baixas dos adubos é limitado, segundo o analista Jefferson Carvalho.

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Eventos Corporativo Thu, 20 Dec 2012 12:52:38 GMT
<![CDATA[Rabobank apresenta o livro “Holandeses no Brasil – 100 anos de imigração positiva”]]> https://www.rabobank.com/pt/content/sobre_o_rabobank/sala_de_imprensa/2012/livro_Holandeses_no_Brasil_2012.html A imigração holandesa mobilizou uma infinidade de pessoas que deixaram seu país para buscar em terras distantes uma melhor condição de vida. Diversas cidades do Brasil receberam esses estrangeiros que trouxeram há mais de um século, influências positivas que refletem até hoje. Com intuito de resgatar e homenagear essa rica história, que completou o centenário em 2011, será lançado hoje, 13 de dezembro, o livro “Holandeses no Brasil – 100 anos de imigração positiva”, dos autores Alfredo O. G. Gallas e Fernanda Disperati Gallas, com o patrocínio do Rabobank Brasil. São 156 páginas com o relato dos primórdios da imigração neerlandesa no Brasil, que teve início em 1911, no Paraná, estendendo-se a implantação de novas colônias até 1985, nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

“O projeto do livro foi realizado para contar, de uma maneira geral e cronológica, o desenvolvimento da história da imigração holandesa no Brasil”, explica o arquiteto Alfredo Gallas. A obra inicia com a narrativa sobre os pioneiros assentados em Santa Leopoldina, Espírito Santo, ainda no Império, e os primeiros imigrantes neerlandeses da República, em Irati, Paraná. Fernanda Gallas, engenheira civil, comenta sobre os desafios da apuração para a história do livro: “Embora vários núcleos de imigrantes holandeses tenham registrado a sua vida nas colônias, as informações se restringem, em sua maioria, em torno de uma crônica familiar das dificuldades encontradas na nova pátria e a trajetória de superação dos problemas iniciais”, afirma.

O empreendedorismo dos imigrantes e seus descendentes, aliado à força do cooperativismo, do trabalho e da ética, narrados na obra, mostra como as colônias holandesas se formaram e garantiram sucesso e outros desdobramentos, como as cidades de Unaí e Paracatú, em Minas Gerais, e núcleos ainda menores, como os do Maranhão e Piauí. “Como saldo positivo para o país que acolheu esses imigrantes, houve um grande aumento na qualidade e produtividade da agropecuária brasileira, contribuindo para o crescimento da nação como um todo, hoje cada vez mais voltado para o agronegócio”, afirma Fernanda.

Para o Rabobank, a obra "é um registro formal e organizado da importante contribuição e influência da cultura holandesa para o agronegócio em algumas regiões do Brasil e que, certamente, deve passar de geração para geração", afirma José Giachini, responsável pela área de Responsabilidade Socioambiental e diretor de Risk Management do Rabobank Brasil. Segundo o executivo, o livro é um ótimo instrumento para reforçar a cultura e a contribuição holandesa de longo prazo com o país. "Como um dos maiores bancos da Holanda e com raízes no sistema cooperativo, temos o compromisso histórico em divulgar a trajetória de sucesso e duradoura entre Brasil e Holanda."

De acordo com a obra, a capacidade de adaptação dos neerlandeses ajudou os empreendimentos. Como quando os imigrantes de Holambra, em São Paulo, abandonaram a produção de leite para se dedicarem a produção de flores e plantas, ou quando os colonos de Não-Me-Toque perceberam sua vocação para a Agricultura de Precisão. Outros centros também se formaram, como o de Maracaju, no MS, que nasceu da necessidade de ampliação de terras mais baratas para acolher os filhos dos pioneiros e novos imigrantes, dedicados ao cultivo de grãos e da pecuária.

A publicação deste livro só foi possível com a aprovação do Ministério da Cultura e da Lei Rouanet de Incentivo, além do patrocínio do Rabobank Brasil, que também incentiva outros projetos culturais, como o Museu Itinerante, que leva arte a várias cidades do país, e o Conexão Leitura, que estimula a leitura por meio da distribuição gratuita de livros para crianças.

O Livro contou também com o apoio das cooperativas holandesas de Campinas, Veiling Holambra, Insumos Holambra e Holambra Alimentos, bem como pela Agroindustrial Holambra, de Campos de Holambra. No Paraná, recebeu ainda o apoio das cooperativas Batavo, Castrolanda e Capal.

 

Livro imigração 

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Fri, 14 Dec 2012 17:44:43 GMT
<![CDATA[Mensagem de Final de Ano do Rabobank Brasil]]> https://www.rabobank.com/pt/content/sobre_o_rabobank/sala_de_imprensa/2012/mensagem_rabobank_2012.html A Organização das Nações Unidas (ONU) designou o ano de 2012 como o “Ano Internacional das Cooperativas” e o Rabobank, como instituição de raízes cooperativas e mais de 110 anos de história, faz questão de relembrar o espírito cooperativo em sua mensagem de final de ano. Desejamos um excelente Natal e Ano Novo para nossos clientes, funcionários e parceiros!

Reunir a família, comemorar com os amigos, compartilhar momentos felizes. Este é o espírito de Natal, este é o espírito cooperativo e que faz parte de nossas vidas.  Quando cooperamos, tornamos a nossa vida e a dos outros muito melhor. Afinal, juntos podemos mais que sozinhos.
Acreditamos que o espírito cooperativo do Natal pode transformar pequenos sonhos em grandes realidades.

Fundado em comunidades rurais, por pessoas comuns para pessoas comuns. Como uma cooperativa.  Assim nasceu o Rabobank. Hoje, depois de mais de um século, crescemos e continuamos firmes em nossa missão, o que demonstra a força da cooperação para a construção de um futuro sustentável. 
 
Desejamos a todos que este espírito cooperativo se estenda por todo o ano novo que está por vir.  Feliz Natal e Boas Festas!  

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Clipping Geral Mon, 03 Dec 2012 15:38:41 GMT
<![CDATA[Rabobank participou de Missão Comercial holandesa no Brasil]]> https://www.rabobank.com/pt/content/sobre_o_rabobank/sala_de_imprensa/2012/missao_holandesa_2012.html Entre os dias 19 e 23 de novembro, uma comitiva holandesa visitou o Brasil, trazendo autoridades como o Príncipe Willem Alexander e a Princesa Máxima, além de representantes de 150 empresas e institutos, sendo considerada a maior missão comercial já organizada partindo da Holanda. A missão oficial participou de eventos em lugares diferentes, como Brasília, São Paulo, Ribeirão Preto e Rio de Janeiro.

A principal razão para a visita é o estabelecimento de relações mais próximas entre institutos e empresas holandesas e brasileiras principalmente nas áreas de ciência, tecnologia, educação, agronegócios, esportes, infraestrutura, gestão de resíduos, arquitetura / design e aerospace.

O Rabobank  marcou presença com Berry Marttin, membro da Comissão Executiva responsável pela divisão internacional rural e varejo do Rabobank International, e Fred Weenig, diretor responsável por clientes corporativo na Holanda.  Além disso, Erik Peek, presidente do Rabobank Brasil, foi convidado para participar como palestrante no seminário ‘O Futuro da Indústria Alimentar’, que foi realizado no dia 20 de novembro, em Ribeirão Preto. Pesquisadores da Universidade de São Paulo e lideranças do agronegócio brasileiro, se reuniram na USP de Ribeirão Preto.  O evento, promovido pelo Ministério da Agricultura e Comércio Exterior dos Países Baixos e pela Universidade de São Paulo e aconteceu no Anfiteatro da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP).  Na ocasião, Erik Peek conversou com o público sobre o financiamento e futuro da empresa do setor alimentar.

Já no dia 21 de novembro, o departamento de International Desk do Rabobank organizou um café da manhã na sede do Rabobank em São Paulo, no qual o economista-chefe do Rabobank Brasil, Robério Costa, falou sobre perspectivas do mercado econômico. "Nós fomos capazes de mostrar que o Rabobank está globalmente presente e é capaz de servir os seus clientes. Nossa imagem da expertise no agronegócio foi ainda mais reforçada pela presença de Erik no seminário em Ribeirão Preto", diz Tanja Jungen, responsável pelo departamento de  Internacional Desk no Brasil.

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Eventos Corporativo Thu, 22 Nov 2012 15:49:00 GMT
<![CDATA[Perspectivas do mercado de fertilizantes para o quarto trimestre]]> https://www.rabobank.com/pt/content/sobre_o_rabobank/sala_de_imprensa/2012/fertilizantes_quatro_trimestre_2012.html De maneira geral, a expectativa do Rabobank é de elevação na demanda global por fertilizantes no último trimestre de 2012. Produtores irão mirar ganhos de produtividade aproveitando os elevados preços das commodities agrícolas.

Com a aproximação do período de aplicação em importantes regiões da Ásia, Europa e América do Norte, as atividades de trading internacional de fertilizantes devem aumentar. A atenção será focada nos resultados da seca nos EUA. A demanda norte americana para as aplicações de outono e primavera será um fator-chave para a demanda de fertilizantes. Apesar disso, a direção e a força do mercado irá sofrer bastante influência também por mudanças na oferta. Os estoques estão confortáveis em parte dos mercados, resultando em menor necessidade na urgência para a compra de fertilizantes. Ao mesmo tempo, a China deve encerrar a janela de exportação para ureia e fosfatados, afetando a disponibilidade de produto no mercado internacional. A entrada de capacidade em novas plantas irá contribuir com o balanço do mercado. De maneira geral, os fundamentos sugerem que os preços internacionais de fertilizantes mantenham-se relativamente estáveis, mas com algum viés de alta nos próximos três meses.
As perspectivas na íntegra podem ser conferidas no estudo produzido pela área de Pesquisa e Análise Setorial do Rabobank Brasil.]]>
Eventos Corporativo Fri, 16 Nov 2012 15:58:19 GMT
https://www.rabobank.com/pt/content/sobre_o_rabobank/sala_de_imprensa/index.html ]]> Wed, 14 Nov 2012 11:37:54 GMT <![CDATA[Relação entre a taxa de câmbio e o preço do café no Brasil]]> https://www.rabobank.com/pt/content/sobre_o_rabobank/sala_de_imprensa/2012/cafe_brasil_2012.html O atual lançamento de mais um programa de afrouxamento monetário dos Estados Unidos pode desafiar a recente banda cambial informal estabelecida pelo governo em direção à valorização da moeda nacional.

Se isso ocorrer, o valor de commodities cujos preços são formados internacionalmente, como é o caso do café, poderá ser impactado. Tal possibilidade traz à tona novamente a discussão de como os preços recebidos pelos produtores locais em moeda nacional são impactados pelo fortalecimento do real. Diante disso, este artigo objetiva avaliar a intensidade com que uma valorização cambial afeta os preços internacionais e como isso é transmitido aos preços recebidos pelos produtores brasileiros. O estudo na íntegra traz os detalhes de como entender esta relação entre a taxa de câmbio e o preço do café no Brasil, produzido pela área de Pesquisa e Análise Setorial do Rabobank Brasil.]]>
Relatórios Agronegócio Tue, 13 Nov 2012 16:11:28 GMT
<![CDATA[Dia de Campo de Sustentabilidade]]> https://www.rabobank.com/pt/content/sobre_o_rabobank/sala_de_imprensa/2012/clientes_dia_de_campo.html Com intuito de disseminar conhecimento, o Rabobank convidou clientes em 9 de outubro, para o Dia de Campo de Sustentabilidade, na cidade de Ribeirão Preto, São Paulo. O evento aconteceu na Fazenda Santa Izabel e contou com a participação de mais de 50 pessoas.

Na ocasião, os clientes aprenderam uma pouco mais sobre as boas práticas socioambientais com uma apresentação da gerente de responsabilidade socioambiental, Daniela Mariuzzo. Além disso, os participantes fizeram um tour na fazenda, o qual mostrou na prática como funciona os processos ambientalmente corretos em cada um dos locais da propriedade.]]>
Mon, 15 Oct 2012 11:22:19 GMT
<![CDATA[Regras da boa governança]]> https://www.rabobank.com/pt/content/sobre_o_rabobank/sala_de_imprensa/2012/boa_governanca.html Os produtores de sucesso precisam aproveitar e se adaptar às mudanças do cenário rural. Hoje vivemos a “onda” da gestão do agronegócio, mas temos de nos preparar para a “onda” da governança. Os produtores rurais já surfaram diversas ondas até aqui. Viveram momentos como o pioneirismo, a adoção de novas tecnologias e o ganho de escala, até se tornarem, hoje, verdadeiras empresas do agronegócio.

No final dos anos 1970, vender uma quantidade de terra produtiva para comprar uma maior no Cerrado era um ato de coragem. O resultado se mostrou compensador para os produtores pioneiros que se aventuraram, que inovaram adotando novas tecnologias e ousaram ganhar escala. Mas, hoje, os produtores rurais ficam menos tempo na lavoura e precisam ter tempo para questões como mercado futuro e gestão de pessoas. Além disso, a irrigação e a safrinha aposentaram a entressafra e ampliaram a necessidade de planejamento. Unidades de produção, muitas vezes em diferentes municípios, demandam maior nível de controle. Os resultados, que antes podiam ser medidos somente pelo caixa, já requerem análises e planejamento financeiros mais sofisticados. O crescimento rápido requer parceiros financeiros diferenciados. O aumento do risco demanda o uso de produtos de proteção e estratégia de vendas. É a onda da gestão no agronegócio.


E como surfá-la? A boa notícia é que não é preciso inventar a prancha. A indústria e o setor de serviços já trataram de definir boas práticas de gestão. Controles precisos, sistemas, análises de custos, contabilidade gerencial são novas práticas. A gestão de uma empresa também requer a definição de políticas, dentre elas a de gestão de limites de risco. Um planejamento estratégico, com metas de indicadores de desempenho, é fundamental para a busca contínua de eficiência e crescimento saudável.

 
A próxima onda será a governança. Um produtor que tem uma empresa familiar nas mãos precisa lidar com as mudanças decorrentes do crescimento do empreendimento e da família. A informalidade para tocar uma fazenda não será mais a melhor alternativa para o futuro, quando inevitavelmente haverá uma sociedade entre seus herdeiros. Vale lembrar que profissionalizar não significa afastar a família dos negócios, até porque ainda acreditamos no velho ditado de que “o olho do dono engorda o boi”. A boa governança de empresa familiar pressupõe a separação entre família, propriedade e gestão. Sim, são três chapéus diferentes: pai, gestor e acionista, atuando de acordo com as questões em pauta. Assuntos como investimentos em lazer, qualidade de vida, estudos e ajuda para início de carreira devem ser tratados separadamente do negócio. A primeira atitude simbólica é tirar as contas da família de dentro da empresa.

 
Enquanto estiver lidando com sua equipe, com o planejamento e execução da safra, o produtor deve atuar como gestor. Ao definir sobre a compra de uma nova fazenda ou ao avaliar os resultados do ano, deve pensar como proprietário. Já os filhos devem se integrar à gestão pelas razões corretas e nas posições corretas, de acordo com seu preparo. Ajudar a tocar fazenda não é profissão. Herdeiros não devem se sentir obrigados a trabalhar no negócio. É preciso considerar o papel de acionista, ou seja, fazer parte sem estar na gestão, como, por exemplo, a participação em um conselho. Essa alternativa pode ser libertadora para os que querem seguir outros caminhos, preservando a harmonia na família e nos negócios.

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Sustentabilidade Thu, 11 Oct 2012 12:41:15 GMT